Intro: Sim,sou como as flores novas,como aroma de brasa,sou a bronca Da chuva no telhado da casa sim quem me vê deste jeito Aparente de um bruto não escuta meu peito pra saber o que escuto Se sustento uma espada,dizem logo que ofendo nunca me perguntaram De quantos me defendo. / Vivo neste jogo selvagem de um amor Na cangalha e assumindo a coragem de um herói sem medalha Sim quando eu sinto esse corte que mutila o carinho como um sinal De morte numa cruz no caminho enfeitada de flores amarelas do ipê......ee Sinto um horror que se deita truculento em meu peito e essa dor que se Enfeita/agitando meu peito nesse medo bandido de ficar sem você***) (Declamando) sim/é essa a sinistra visão de mais não ver/é esse sufoco, Esse medo enrugado que se faz desgovernado a correr por dentro de mim Como princípio de morte/ é esse corte me lanhando aos poucos por isso, Este meu grito aflito.essa falta de troca,essa forma imprecisa que me Inferniza/ esse nó de arame e fel,toda essa coisa louca que você coloca Em minha boca atingindo o céu. A mesma boca que te canta o canto mais Puro e doce que essa vida faz boca que xinga, grita e achincalha, que te Chama de meu bem, de canalha/grosseira e áspera como o ananás Agressivo por fora; por dentro, gostoso, puro e bom demais.eu sou mais Ou menos assim.e é por isso que mordo, sofro e berro,com essa brasa que Me ferra ao ferro,nesta agonia que me faz sofrer.não é nem medo de Morrer qual nada,ou de ter minhas mãos ou pernas decepadas.o único Medo mesmo q eu tenho é o de te perder, é o de te perder, é o de te perder . Sim quando eu sinto esse corte que mutila o carinho como um sinal De morte numa cruz no caminho enfeitada de flores amarelas do ipê......ee Sinto um horror que se deita truculento em meu peito e essa dor que se Enfeita/agitando meu peito nesse medo bandido de ficar sem você

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