(Intro) É raso quando falo do profundo É claro o despreparo se eu adentro pelo escuro Eu trago em minha empáfia uns antolhos de cavalo Que só me deixam ver o plano físico primário Nada além do corpo, nada além da roupa É um desconforto, é um mal-estar Mesmo quando falo em evoluir Muito menos penso em compartilhar Ventos elísios se re......alinharam ao sul Só pra brincar nos seus cachos de claros sonhos puros Sopram imagens que levam e trazem De um lado ao outro, de um outro lado do escuro O raio laser do amor, às vezes, toca a alma E é tanta lucidez, que até salvar os bons já não lhe basta Mergulha num abismo que alguns chamam de inferno E contamina de esperança o coração do medo Como assim, lidar com o abstrato? É um desespero, é um desamparo Como depender do que não existe Quando o impalpável vem nos socorrer? (solo) Eis o meu passado e meu futuro

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