Introdução: Ele vem dos Andes Galopeando solto e vai passar aqui Espumando as águas do ibirapuitã e do upamaroti A gemer na quincha Do oitão do rancho Debochando esta Vai assoviando só por desaforo Arrepia o pêlo do meu pingo mouro Vai dobrando as folhas do caraguatá Vento minuano que anuncia inverno Andarengo eterno De viver fugas Vento americano Quando vier de novo Junto ao nosso povo Num cantar de paz Quem chegar de longe Sem trazer um pala vai tremer de frio Nesse vento xucro que transpõe fronteira E alvorota os rios Mas se vier de volta Vai sentir calor Num apertar de mão E ver que o minuano Vento amigo e santo Que nos faz irmão Cantando o mesmo canto E nos faz cantar Porque somos irmão

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