) () Aquele olhar eu não pude mais ver Agora, pois, o diálogo jaz. Tudo depressa, nem vejo meu ser E seus problemas hoje tanto faz. A morte é vida para meus ouvidos Em cada espelho avisto apenas sombra. Eu já não ligo mais aos meus sentidos Por todo dia a noite então assombra. () Planos vêm e vão Não quero saber Seus segredos não Causam mais prazer () Quando em meu lar Sou somente meu Mas noutro pisar Finjo não ser eu Solo: () Introdução: () O altruísmo perdeu seu lugar Não há mais tempo de dar atenção. Mas exigimos nosso bem-estar O qual nos mata sem nenhum perdão. Tudo é tolo, frio, sem sentimento A vida, infelizmente, é assim. E cada um no seu mundo cinzento Na lenta fila amarga pelo fim. ()