corre desditosa a pobre moça em direção ao mar desvanece a luz, a alma, a fé, a força, a dor, o ar brinda com as ondas a depressão de um ator qualquer num surto obscuro, alucinada, entregou-se a maré parece que esqueceu que tinha braços pra lhe confortar ouvidos pra lhe dar atenção, lábios para lhe acalantar parece que duvida até na existencia de um verdadeiro amor se entrega ao pranto, ao abismo, a gruta, a depressão, a dor seus batimentos já cessaram os seus olhos já se fecharam seus sentimentos se apagaram seus segredos se rasuraram seus sorrisos se ocultaram os seus medos se expiraram e a menininha sussurrou... com seus lenços a confortou...

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