Intro: Permisso... paysano! Que eu venho judiado. O sol na moleira, a vida campeira batendo os “costado”. Permisso... paysano! Pra um mate cevado. Que eu ando na estrada co’a vida encilhada, sus tocando o cavalo. Sou da fronteira... me pilcho a capricho. Potrada é de lei, dim da lida que eu sei, aperto o serviço... Meio gente, meio bicho... Ninguém me maneia ...“loco das idéia”, sou duro de queixo. Um trago de canha, os amigos de fé, o pinho afinado... tocando milongas e algum chamamé. Com a alma gaúcha e um sonho dos “bueno” eu guardo a querência... ...a vida anda braba, e só mete a cara quem tem a vivência. Ah! Livramento me espera... num finzito de tarde, um olhar de saudade a mirar da janela... Lá...onde o xucro se amansa! Na ânsia do abraço eu apresso o passo pra matear com ela.

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