No lodo do calabouço um esboço. De gente humana, tanto esforço. Pra romper uma corrente já corroída. Inexistente, persistente por toda vida. Nos bolores da parede um retrato. Retrato de um espelho pura foto. Para onde penetram os vermes e a luz. Por onde caminham criaturas e homens nus. Onde começa o fim do mundo? E quando termina o infinito? Pra onde foi a taturana? Crisálida... Quem dera voar contigo. () Como é asquerosa a alma humana. Malditos imponentes bípedes. Do horror do torpor da decomposição. À gentileza bacteriana. Não se sabe onde termina o abismo. Pois não se vê o fundo. E nem onde começa o céu. Ou onde acaba o mundo. Onde começa o fim do mundo? E quando termina o infinito? Pra onde foi a taturana? Crisálida... Quem dera voar contigo. Crisálida... Quem dera voar contigo. Crisálida... Quem dera voar...

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